O ato de viver é diferente a cada momento...As nossas dores são essenciais para o nosso amadurecimento e a estranheza disso tudo é que para nosso mero humanismo a DOR é interminável. Ela leva-nos a tocar o nosso Eu profundo e singular, a nos perceber dotados de uma tristeza legítima, onde quando olhamo-nos para nosso íntimo, não percebemos nada além de cacos moídos, espelhos despedaçados e lágrimas...

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